Reflexões “Aliança de Sangue”

5 12 2007

… Aos irmãos da ETM , segue um breve resumo da palavra que  ministrei no seminário.

A aliança entre Abrão e Deus 

Primeiramente, gostaria de expressar que dentre tantos outros temas que foram ministrados no decorrer deste seminário, este sem dúvida alcançou e impactou o meu coração; despertando a real importância sobre os valores e a razão de uma aliança verdadeira em Deus.Esse tema é uma convocação para quem deseja andar em plena santidade. Não existe fidelidade sem aliança, pois fidelidade é o caráter de um povo curado. Estamos vivendo um tempo em que a fidelidade é fator fundamental para que possamos dar continuidade à caminhada. O esposo espera fidelidade da esposa; a esposa espera fidelidade do esposo; os pais esperam fidelidade dos filhos; os filhos esperam fidelidade dos pais; o patrão espera fidelidade do funcionário; o funcionário espera fidelidade da empresa; Jesus espera fidelidade da Igreja e a Igreja não precisa esperar isso de Cristo, pois a essência dEle é fidelidade. E, mesmo assim, a Igreja exige do Senhor fidelidade, pois essa aliança está intrínseca no nosso ser. Fidelidade no espírito fala de santidade; fidelidade na alma fala de restauração; fidelidade no corpo fala de restituição.
O que é uma aliança?
   A palavra aliança vem do original grego e
hebraico. No grego é dietiikê, que quer dizer deixar fluir a vida. No
hebraico é birttes que quer dizer deixar, derramar sangue por. Os dois significados são muito fortes: fluir a vida e pacto de vida, ou seja, derramamento de sangue.
 A aliança é para nos proteger no espírito (Santidade), na alma (Restauração) e no corpo (Restituição). É impressionante entender que após a ocorrência do primeiro homicídio, onde Caim derrama sobre a terra o sangue de Abel vemos Deus declarando sua sentença: “És agora, pois, maldito por sobre a Terra, cuja boca se abriu para receber de tuas mãos o sangue de teu irmão” – Gen.4:11.   Em decorrência deste feito, um tempo de dor, sombra e de morte é estabelecido sobre a terra. Com o desejo de restabelecer Sua aliança com o homem, nasce “Sete”, filho (imagem e semelhança) de Adão e Eva, gerando daí Enoque e em Enoque, vemos Deus novamente andando com o homem a ponto de levá-lo consigo. Acredito que Enoque despertou em Deus, tamanha paixão por sua criação que o fez recomeçar tudo de novo. Após o período do Dilúvio, vemos Deus expressando seu desejo em possuir um povo que o representasse na terra. Nesta busca por uma aliança, Deus se revela como Deus, Único e Verdadeiro a Abrão (Gen 12:1-3), e nele firma Sua Aliança de sangue.  Com sua vida nas mãos de Deus, Abrão agora Abraão (amigo de Deus) e sua descendência experimentam um novo tempo. A importância e o principio da Aliança é tão essencial para Deus que, quando Deus chamou os patriarcas, exigiu aliança (Gn 28:20-22). quando Deus chamou os profetas, exigiu aliança (I Sm 3:19; Is 6:5-8; Jr 1:5). Do grande libertador Moisés, foi exigida a aliança de levar o povo de volta para Deus e, (Ex 3). Os sacerdotes foram convocados à aliança; os discípulos de Jesus e os apóstolos foram chamados a alianças (Mt 28:19-20; Lc 22:19-20). O próprio Jesus não andou sem aliança.
A aliança não é uma carga, é proteção e segurança. Até mesmo as nações já entenderam isso e fazem alianças para se protegerem do adversário. 
Quando fazemos alianças, nos fortalecemos e Deus nos respalda. O êxito de um ministério está na aliança.Todo ser humano comprometido tem por detrás de si uma aliança.
 Tendo o homem novamente rompido tudo o que foi estabelecido através de Abraão, o próprio Deus novamente por meio de Jesus restabelece sua aliança, só que desta vez de uma maneira eterna e eficaz, através do sangue de Jesus Cristo na cruz. 
Jesus Cristo a nova e eterna aliança

Novembro de 2007 – Rogério Marques





Um novo tempo se aproxima !

4 12 2007

um novo tempo





Novas Alturas e Doce Turminha

21 11 2007

home-abertura.jpg  EM BREVE !!!





Missões.. “Crianças em Novas Alturas”

23 10 2007

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Como esperavamos ! – foi d+ o 1º encontro infantil realizado no dia 20/10.  O envolvimento, participação, o tempo de todos doado para que a realização deste evento fosse possivel é sem palavras.   Somente Deus para suprir e abençoar !!!

(click nas fotos para amplia-las)





A adoração e a fé….

27 09 2007

novas

Precisamos entender, que podemos adorar a Deus cantando ou tocando, mas também podemos adorar a Deus, sem tocar ou cantar, ou seja, sem utilizar música. Se todas as afirmações acima estiverem corretas, pode-se constatar que a música não é um item essencial para o ato da adoração.

No entanto, há itens que são essenciais para o ato da adoração. Um deles é a fé. Por várias vezes na Bíblia, vemos que pessoas adoraram e agradaram a Deus com um ato de fé no Senhor Jesus. Leia atenciosamente duas destas passagens transcritas abaixo:

 “… E eis que veio um leproso e o adorava, dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo”.(Mateus 8:2.)

 “… Enquanto ainda lhes dizia essas coisas, eis que chegou um chefe da sinagoga e o adorou, dizendo: Minha filha acaba de falecer; mas vem, impõe-lhe a tua mão, e ela viverá”.(Mateus 9:18.)

Creio que é impossível adorarmos verdadeiramente quando não temos um coração agradável aos olhos de Deus. Se não fizermos somente o que agrada a Deus, certamente perderemos uma grande oportunidade de adorá-lo em verdade, sem incredulidade. Podemos concluir, então, que para adorar precisamos primeiramente aprender a agradar. A Bíblia nos diz no livro de Hebreus que sem fé é impossível agradar a Deus. E não se pode adorar, quando não se agrada. Portanto, sem fé é impossível adorar a Deus. Que detalhe curioso, não?

Mas vamos contextualizar este artigo. Quando chegamos à presença de Deus, com incredulidade no coração, a adoração vai por água abaixo! Confesso que já estive muitas vezes nesta situação, cheio de dúvidas, de perguntas e sem acreditar no Pai. Muitas vezes me cheguei para adorar a Deus, duvidando que Ele estivesse ouvindo ou recebendo a minha adoração. Já cheguei ao extremo de duvidar de Sua existência! Sei que estou parecendo um Tomé, e me entristeço ao saber que o sentimento de Jesus para com Tomé no dia de Pentecostes não foi dos melhores. E isso já aconteceu comigo, quando inconscientemente pensei: “… só vou crer se ver!”.

Os dois versos de Mateus que lemos acima indicam que o leproso e o chefe da sinagoga adoraram apenas crendo. E o que mais me marca é ler as constantes expressões de Jesus: “a tua fé te salvou”, “vai que a tua fé te curou”, etc. Esta posição de fé é essencial quando chegamos aos pés de Jesus para adorá-lo. Quando chegamos à presença de Deus devemos crer que Ele pode fazer infinitamente além daquilo que pensamos ou imaginamos! Da mesma forma, devemos acreditar que Ele nos ama assim como nós somos e que Sua misericórdia é grande o suficiente para nos aceitar, pecadores como somos. Ah, como é bom saber disto!

Para concluir quero dizer ao amado leitor que você sempre lembre do que foi escrito neste artigo: sem fé é impossível adorar a Deus! Faça todas as coisas mediante a fé e creia no Pai sem duvidar jamais de seus atos, de sua obra, de sua existência, de Sua Palavra, de suas promessas, de sua grandeza, de seu poderio,… Assim as possibilidades de haver um ato de verdadeira adoração aumentam muito. Esta posição de fé realmente agrada a DEUS!
No amor de Cristo,

Ramon Tessmann.
Ministro de louvor do Ministério Vida Nova Criciúma
Santa Catarina





Novos tempos

21 09 2007

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A JUVENTUDE É MAIS BELA SE ESTÁ
 
EMOLDURADA NO VELHO…
 
E O VELHO TEM MAIS SENTIDO
         
SE TEM A ESSÊNCIA DO NOVO…





O meu pastor ……..

15 09 2007

o meu pastor  O meu Pastor  …..  (Salmo 23)
Os poucos versículos que compõem este Salmo, se apagados, deixariam um pequenino branco nas páginas de nossa Bíblia. Contudo, se os sentimentos nele expressados fossem apagados da vida, eles deixariam um buraco sem fundo no coração humano.  O coração faminto não encontraria alimento; o coração perdido, nenhuma orientação; e o coração ferido, nenhuma esperança.  Para nossa alegria, ele não foi apagado e cada homem que conhece o Senhor como Pastor, não sentirá falta de nada. 
 Analisemos  a tese do Salmo, “O Senhor é o meu pastor, nada me faltará,  através da tríplice ênfase do contexto.

1. Meu Pastor dá. Não me faltará provisão.  A provisão satura este Salmo: “pastos verdejantes”, “águas de descanso”, um “cálice transbordante”, etc.  Estes, naturalmente, são símbolos do pastor dando às ovelhas o melhor, e fazendo isso abundantemente.  Mas, temos considerado o que custa ao pastor fazer tal generosa provisão?  As pastagens verdejantes simplesmente se materializam nas colinas estéreis da Palestina?  Não, estas provisões são o produto de tremendo trabalho.  O pastor precisa limpar as pedras, remover o mato rasteiro, preparar o solo e irrigar os campos.  Se isto não puder ser feito, então ele faz longas viagens para pesquisar no terreno áspero e encontrar pastagem.  Daí, as dádivas do pastor vêm somente depois de tremendo sacrifício pessoal.  Sem seu sacrifício não haveria dádivas.  Assim, sem o pastor não haveria provisão.
Então, a satisfação das ovelhas é encontrada principalmente nas provisões ou no provedor?  Seu contentamento é radicado nas dádivas ou no doador?  No doador, naturalmente!  Aprendamos que nosso Pastor proveu “toda sorte de bênção espiritual” através de tremendo sacrifício (João 10:11).  E mais, compreendamos que, se o Senhor é nosso Pastor, então as provisões são simplesmente suplementos agradáveis.  Deveremos buscar o Pastor doador por ele mesmo e nunca nos faltará provisão (Mateus 6:25-34).
2.  Meu Pastor guia.  Não me faltará orientaçãoO pastor é retratado duas vezes no texto como guia.  Isto é necessário porque nenhuma outra classe de gado exige manejo mais cuidadoso, mais minuciosa condução, do que as ovelhas.  Se deixadas a si mesmas, elas pastarão em pastagens improdutíveis, e perambularão sem rumo, tornando-se “comida fácil” para predadores famintos. O homem não é diferente: “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas” (Isaías 53:6).  Há caminhos que nos parecem bons, mas sempre levam à morte (Provérbios 14:12). Temos que confiar no Pastor porque só ele conhece as boas trilhas.  Ele esteve em toda parte para onde estou indo, até através da morte, e retornou (Hebreus 13:20).  Seu maior desejo é reconduzir os homens à boa trilha, uma trilha que no fim conduz a uma “coroa de glória” (1 Pedro 5:4).  Eu penso que é por isso que meu Pastor é cognominado “o Caminho” (João 14:6)!
                                                                                                                               3. Meu Pastor guarda.  Não me faltará proteção.  Algumas vezes os caminhos certos conduzem através do “vale da sombra da morte”.  Quando a morte aparece no horizonte, Davi imediatamente deixa a terceira pessoa “ele” pela mais íntima segunda pessoa do singular “tu”.  Davi não está mais falando sobre o Pastor, ele está conversando com o Pastor.  Note também:  na presença da morte o pastor não está mais conduzindo à frente.  Ele está ao lado, escoltando (“tu estás comigo”).  As ovelhas, quando escoltadas por um pastor onipotente que é mais destemido e feroz do que todos os adversários combinados, “não temem mal nenhum”.  Elas sabem que o único modo do perigo se aproximar é sobre o cadáver do pastor! Nós também, podemos ter confiança sem medo na condução de nosso Pastor, mesmo quando ele conduz através do vale sombrio da morte. É seguramente tranqüilizador saber que a sombra de um cão não pode morder, a sombra de uma espada não pode matar e com ele a sombra da morte não pode ferir.  Portanto, se ele nos guiar para a sepultura, deveríamos continuar a segui-lo ali.  Tudo que lá está é uma mortalha vazia e um lenço dobrado (João 20:6-7).  A morte é nada mais do que uma sombra sem dentes quando estamos na presença do Pastor Guardião!Tragicamente, enquanto tudo isso que foi dito sobre o Pastor seja verdadeiro, se ele não for meu Pastor, então estarei sempre em falta. Por isso é que ele não é chamado um pastor, nem o Pastor, mas antes meu Pastor. É tão lamentável que haja tantos que conhecem o salmista, muitos mais que podem recitar o salmo, mas poucos que conhecem o Pastor pessoalmente. Você o conhece? Se sim, nada lhe falta. Se não, você nada tem. 





Novas – Kid´s

2 09 2007

batistadiadospais-004.jpgbatistadiadospais-005.jpgbatistadiadospais-013.jpgbatistadiadospais-014.jpgbatistadiadospais-015.jpgKIdis





… transparentes para Deus

15 08 2007

 Melhor é a repreensão aberta do que o amor encoberto. (Provérbios 27.5) Músicos que desejam se tornar bênçãos em seus grupos musicais nunca devem negligenciar uma vida transparente e de intensa comunhão. Todas as alegrias, lutas, dificuldades, vitórias, fraquezas etc., quando possível, devem ser compartilhadas com o líder e com os companheiros de ministério. A vida do músico cristão deve ser um verdadeiro livro aberto, especialmente no grupo em que ele vive. As Escrituras Sagradas nos ensinam: “Confessai, portanto, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados. A súplica de um justo pode muito na sua atuação” (Tiago 5.16). A falta de transparência pode se tornar um problema sério. Há alguns anos atrás enfrentamos este problema na área musical de nossa igreja. Apesar de ser o líder, eu sabia muito pouco sobre a vida de alguns companheiros de ministério. Com algumas pessoas eu tinha pouca intimidade. Sendo assim, eu não pude defendê-los quando eram atacados ou acusados pelo inimigo. Leia I Samuel 34,35 para saber como Davi defendia seu rebanho. Quando há falta de transparência no rebanho, o pastor não pode defender suas ovelhas. Certa vez alguém me questionou: Como você pode deixar fulano subir para cantar se na semana passada ele cometeu aquele pecado? Eu respondi: “Que pecado? Não estou sabendo de nada?”. Muitos líderes hão de convir comigo que às vezes eles são os últimos a saber dos problemas do grupo, e mesmo assim, através de fofocas e palavras distorcidas. Quando um discípulo é transparente com seu discipulador o relacionamento se torna mais saudável. Eu estou tendo privilégio de escrever sobre isto porque tenho vivido esta verdade aqui em minha igreja. Há algum tempo atrás uma pessoa me fez a mesma pergunta que lemos anteriormente: “Você vai deixar fulano tocar? Ele deixou mau testemunho naquela reunião!”. Eu respondi: “Eu já sei o que aconteceu e não foi nada disso que você está pensando. Foi um mau entendido, não se preocupe. Já estou tratando de minha ovelha”. Quando há transparência o discipulador pode defender e orar pelos seus discípulos. Tudo fica melhor quando nossa vida é aberta diante dos nossos irmãos, e diante de nossos líderes. Um enorme peso de nossos ombros é retirado quando nos dispomos a ter uma vida transparente. Em Hebreus 4.13 lemos: “E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele a quem havemos de prestar contas”. Lute pela transparência na sua igreja… pode ter certeza que ela trará confiança, comunhão, intimidade, e unção de Deus…





…..o som de nossas vidas

10 08 2007

Benção 

Muitas vezes tive o privilégio, e o desafio, de compartilhar com líderes de louvor os tópicos de integridade e caráter de Deus como características fundamentais para um efetivo líder de louvor. Eu, freqüentemente, proponho a discussão fazendo a seguinte pergunta aos líderes:

- Qual é o instrumento mais forte e mais poderoso que você usa como líder de louvor? As respostas são variadas de acordo com as preferências musicais. Minha voz, meu violão, meu teclado, minha bateria (sim, alguns líderes de louvor estão usando isso!!). Alguém, inevitavelmente, fala, de uma forma tímida, e dá a resposta por trás das respostas: “minha vida”.
O som de nossas vidas.
Biblicamente e experimentalmente, nós entendemos que uma vida poderosa é o mais permeável, inspirador, transformador e impactante instrumento de liderança que o Senhor tem em suas mãos. Posso dizer que a sua e a minha vida são os  instrumentos de liderar louvor – especialmente quando eles fazem “um som” que agrada ao Senhor.
Muito além de nossos dons musicais, Deus parece estar disposto a encontrar líderes de louvor (de qualquer idade, eu posso acrescentar) marcados por uma riqueza de tons espirituais – tons derivados de uma vida intima com Jesus, integridade pessoal, compromisso público com a atividade do Reino e motivação pura dentro de si. Tais virtudes dão voz ao instrumento que usamos para liderar. O músico que procura um bom instrumento busca profundidade, riqueza e sustentação. Deus procura por corações bons – profundos, ricos e sustentados – para liderar Seu povo em adoração.
As freqüências do coração. Para aprofundar mais a analogia, o som do nosso coração é feito de notas, ritmos e letras que são primeiramente forjadas num fogo profundo de escolhas diárias, através da alegria e do sofrimento. Nós chamamos a música do nosso coração de “nosso caráter”. Podemos dizer que: Reputação é o que homens e mulheres pensam de nós. Caráter é o que Deus e os anjos conhecem de nós. Nosso caráter é o “nosso eu” escondido, a música que vive, a postura com que nosso coração encara a vida.
Em Gálatas 5:22-23, nós lemos sobre o fruto do Espírito. Para nossa aplicação, nós vamos chamá-los de “sons do Espírito”. Essencialmente, o “som” que buscamos manifestar é o caráter de Jesus, que deve ser vivo e expresso através de homens, mulheres e crianças cheios com Seu Espírito.  
Mas o que acontece quando vivemos no caminho de Deus? Ele traz dons para nossa vida, de uma forma muito parecida com os frutos que aparecem nos galhos – coisas como afeição por outros, exuberância pela vida, serenidade. Nós desenvolvemos um anseio para agarrarmos estas coisas, um sentido de compaixão no coração e uma convicção de que a santidade permeia coisas e pessoas. Nós vamos olhar brevemente para três áreas de caráter, ou sons do Espírito, que deveriam ressonar da vida de cada líder de louvor:

O som da santidade. Santidade é vida pura. Santidade é manifestada no coração daquele que escolhe a inocência e a honestidade em face de um mundo que se declina à própria indulgência. O som de santidade é ouvido de um coração prostrado a honrar a Deus a qualquer custo, por seguir seu caminho, vivendo honestamente, aberto e confiante em Deus e nos outros, convencido de que é Deus que nos capacita a viver puros e inculpáveis, filhos de Deus irrepreensíveis no meio de uma geração corrompida e perversa. (Filipenses 2:15)

O som da fidelidade. Fidelidade é uma vida de compromisso. Fidelidade é manifestada no coração daquele que tem um compromisso vibrante com Deus e com as pessoas. O som da fidelidade é ouvido do coração daquele que está envolvido em compromissos leais: comparecendo no horário, cumprindo as tarefas fielmente e sendo consistente com suas promessas. Nós confiamos que Deus, de acordo com Suas promessas, se mostre fiel e íntegro a nós (2 Samuel 22:26)

O som da integridade. Integridade é uma vida consistente. Integridade é manifestada no coração daquele que vive a vida pública consistentemente com suas crenças particulares. O som da integridade é ouvido do coração daquele que é justo tanto em suas questões interiores quanto em questões expostas. Integridade fala sobre a verdade em lugares íntimos (Salmo 51:6) dirigindo e reinando em nossas motivações e atitudes, fazendo de nós homens e mulheres de palavra. Ter o caráter de Cristo é fundamental no chamado do líder de adoração. As atitudes do nosso coração influenciam cada membro da congregação ou grupo que lideramos. Nós discípulamos não apenas pelo fato de “como nós somos”, mas por “quem nós somos” como líderes de louvor. As músicas e notas audíveis não são as únicas músicas que estamos cantando.  A qualidade máxima em nossa liderança de louvor depende da qualidade máxima do nosso caráter interno.
O verdadeiro caráter não é concedido em um momento milagroso; o verdadeiro caráter é conseguido com o tempo. O caráter divino é formado em nós, com o tempo e a experiência – não há atalhos ou encontros de poder que removam estes dois elementos.
Lidere o louvor com uma vida que, particular e publicamente, ressoa amor, obediência e honra a Jesus. 
Desta forma seu instrumento mais forte para liderar o louvor será o som de sua vida.