“Daquela hora em diante, muitos dos seus discípulos voltaram atrás e deixaram de segui-lo.” João 6.66
Este foi, provavelmente, um dos momentos mais tristes no ministério de Jesus. Um grupo de seguidores (ou somente de aficcionados?), que se dizia com ele no projeto do Reino de Deus, virou as costas e decidiu abandoná-lo. Discipulado não é para os fracos. Podemos afirmar isto com base na advertência do próprio Jesus: “Ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus” (Lucas 9.62). Então, quem pode ser discípulo? O segredo não está na inteligência ou na força pessoal, seja ela mental, emocional ou física. O segredo está em seguir, amar e obedecer. O discipulado é um chamado a seguir. Seguir aquele que não apenas conhece o caminho, mas é Ele próprio “O Caminho” (João 14.6). O desafio de Jesus à sua geração atravessou os séculos e nos alcançou: “Siga-me!” Incondicionalmente e definitivamente! (Leia Lucas 9.57-62.)
O discipulado é um chamado a amar. “Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros” (João 13.34-35). Nosso amor a Deus se demonstra no amor ao próximo, começando entre os próprios discípulos e de forma bem prática: “Se alguém tiver recursos materiais e, vendo seu irmão em necessidade, não se compadecer dele, como pode permanecer nele o amor de Deus?” (1 João 3.17).
O discipulado é um chamado a obedecer. “Se alguém me ama, obedecerá à minha palavra. Meu Pai o amará, nós viremos a ele e faremos morada nele” (João 14.23). Quando penso no Pai e no Filho morando em nós – e o contexto se refere à presença permanente do nosso conselheiro Espírito Santo em nossa vida – a obediência deixa de ser uma obrigação e toma a forma de ações de graças e adoração ao Deus trino.
Naquele dia de abandono, os Doze permaneceram: “Vocês também não querem ir?” Simão Pedro lhe respondeu: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna. Nós cremos e sabemos que és o Santo de Deus” (João 6.67-69). Na hora da cruz Judas Iscariotes revelou-se traidor, mas depois o Espírito Santo veio e capacitou os outros onze para uma vida de discipulado. Esta é a diferença entre o aficcionado e o discípulo: um cai fora quando “precisa pagar o preço” de seguir, amar e obedecer. O outro se fortalece no Espírito Santo e experimenta a cada dia que Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida. QUAL É O SEU CASO
É INTERESSANTE COMO SER DIFERENTE FAZ A DIFERENÇA….MAS REALMENTE É UMA LUTA A SER TRAÇADA PARA SER DIFERENTE (PARECIDO COM CRISTO)…SEGUIR QUAL CAMINHO?
AS VEZES NOS PERGUNTAMOS ISSO, MAS A RESPOSTA É SIMPLES..SEGUIR A JESUS….SEGUIR A JESUS, POIS DELE VEM A FORÇA E ADIREÇÃO PARA CAMINHAR..ABRAÇOS